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27.9.11

Oficinas | APECV

No segundo dia do SER | 2011, serão dinamizadas três oficinas em simultâneo, numa intervenção pensada numa perspectiva de Educação pela Arte, desenhada e preparada exclusivamente para este evento. Esta será uma oportunidade rara de pensar a sexualidade de uma perspectiva muito diferente, olhando-a e pensando-a através da expressão artística. Entregue-se!






Oficina: De-Signar Sexualidade
Facilitadora: Ana Barbero
Uma oficina de desenho colaborativo onde se propõe ao grupo a elaboração de um mural sobre temas ligados à sexualidade.













Oficina: Representações e Inquietações
Facilitador: Marcos Pinheiro
Uma oficina que alia a expressão corporal, o gesto, a música e o desenho para representar ideias e questões sensíveis, por exemplo as questões das crianças e dos jovens em relação à sexualidade.











Oficina: Retratos Íntimos
Facilitador: Yuraldi Rodriguez  Como usar o retrato na descoberta do SER, a linguagem do desenho e da pintura como meio para se conhecer. 





 Para a dinamização destas oficinas, contámos com a preciosa colaboração da Associação de Professores de Expressão e Comunicação Visual (APECV), destacando-se as sugestões e o apoio que a Prof.ª Teresa Eça deu a este evento desde o início, a quem queremos agradecer a resposta positiva e entusiasta a este desafio!

26.9.11

Abertura | Música


A abertura do SER | 2011 será uma surpresa que se pensou e desejou mágica. Irrepetível. Um daqueles momentos que ficam na memória pela diferença. Por ousar levar até à escola, até à formação de professores, um surpreendente guitarrista português, que aceitou esta proposta com todo o entusiasmo. Obrigada, Joaquim Pavão, pela disponibilidade e pela mestria com que nos inspira.

Fique a conhecer um pouco melhor o seu percurso...

Joaquim Pavão, guitarrista, compositor, nasceu em 1975 no Porto.
Como intérprete tem tocado em Portugal, Espanha e Bulgária. Para além inúmeros de recitais a solo fez parte do trio Arsis e Duo Amabile, acompanhou o actor Vítor de Sousa (Poesia), o violoncelista Jan Kuta e a violinista Elitza Mladenova. Gravou para a RTP e Antena 2.

Apresentou a primeira apresentação pública em Portugal da obra completa de N. Paganini para Guitarra e Violino na sua versão “facsmile”. Gravou obras de E. Gismonti, A. Piazzolla e L. Brouwer. Estreou obras de compositores, tais como Michel Bert, Andrey Diamandiev e Philip Houghton.

Como compositor escreveu para teatro, cinema e concerto. Foi editado pela Universidade de Aveiro/Academia de Artes Digitais um DVD com a obra “Quatro Elementos” para orquestra de cordas, interpretado pela Filarmonia das Beiras, inserida num lme de Janek Pfeifer que mereceu um prémio no Festival Ecovision de Palermo. Escreve para o mesmo realizador (re)Volta e Meia – Guitarra e Instantes – Narrador e Guitarra.

Gravou a banda sonora do Filme “A Sesta” de Olga Roriz inserido na instalação premiada Arquitecturas de Palco de João Mendes Ribeiro. Gravou para a Antena 2 a estreia da obra “Uma Ilha na Lua” para Narradores, Soprano, Baixo, Guitarra e Orquestra.

Escreveu várias peças para teatro, tais como,Animais Nocturnos – Acordeão Solo, Hypomnemata – Coro para a encenadora Renata Portas, A História de uma estória – Opera para três sopranos, um baixo, Coro e Orquestra, Medeia – Guitarra Solo, Electra – Flauta Solo, Três Poemas e um Copo de Vinho para o encenador José Geraldo, Uma Ilha na Lua – Coro, Guitarra, Contrabaixo e sonoplastia para a Companhia Efémero.

Foi júri no XI Encontros Internacionais de Cinema, Televisão, Vídeo e Multimédia de Avanca. Realiza e assina a banda Sonora do Documentário Avenida – Guitarra. Escreve variadíssimas obras para concerto destacando-se Concerto para Cesariny – Guitarra e Orquestra,...de um Fado – Orquestra de Câmara, 7 miniaturas – Soprano Solo, 10 estudos – Guitarra, Setúbal – Guitarra, Aveiro – Guitarra. A sua obra é publicada pela Ava Musical Editions.

20.7.11

Ser | 2011 - Educação pela Arte

Usamos tantas palavras. Pessoas que falam, ouvimos. Pessoas que mostram palavras encaixotadas em tecnologia, ouvimos. No Ser | 2011, mais do que ouvir importa ter uma experiência. Experimentar para que as palavras sejam algo mais do que só palavras ouvidas em mais um dia. Com essa ideia fomos buscar momentos de Educação pela Arte. Fomos buscar cada um deles a um baú antigo em que ensinar ou reflectir era visto como uma conversa em torno do mundo. Momentos de estórias, de desenho, música ou dança. Porque, às vezes, mas só às vezes, não precisamos das palavras para ouvirmos e pensarmos um pouco mais sobre tudo o que nos envolve no correr dos dias.